13 de abr de 2010
28 de mar de 2010
26 de jan de 2010
SUANDO e RESISTINDO 2009 - Verbo - performers: Marco Paulo Rolla, Anderson Gouvea e Mariana Sucupira.Duração:50 min


fotos Ding MusaA peformance e a construção de uma imagem signo
Que imagem constrói uma performance?
Ao invés de perguntarmos pelo significar, em primeiro plano, tentaremos perceber a imagem formada e daí os signos de uma constelação cognitiva. E essas cognições vêm recheadas de sentidos, tanto no sentido do sensível quanto no sentido direcional de apontamento. Uma cognição mista entre a razão e a emoção.
19 de nov de 2009
audio 2006: ENGANOS
ENGANOS é uma coletânea de enganos telefônicos ocorridos durante o período de 2003 a 2006 em meu atelier e registrados pela secretária eletrônica. As reações à secretária eletrônica são variadas e existe um misto de desapontamento e desafeto pelas pessoas que não recebem resposta, que são 'enganadas'.
ENGANOS / MISTAKES is a collection of mistaken telephone calls in the period from 2003 to 2006. The reactions are diverse and the felling is a mix of disappoint and loveless because the people calling were not answered, but betrayed.
10 de out de 2009
1 de out de 2009
Espaço Tempo Tempo Espaço - Space Time Time Space
28 de set de 2009
9 de set de 2009
cerâmica/porcelana/instalação 2001: PICNIC (acervo MAM, em exposição de 17/07 a 13/09 - 'Jardim de infância: os irmãos Campana visitam o MAM')


2 de set de 2009
performance 2009: IMERSÃO/TRANSBORDAMENTO/RESISTÊNCIA (MIP2 - Manifestação Internacional de Performance, BH, Brasil)

70 baldes cheios de água são colocados no espaço, formando uma paisagem.
7 pessoas chegam em diferentes tempos e direções. Durante 40 minutos trabalham sua corporeidade através da ação de ajoelhar-se ao chão, submergir a cabeça no balde e aí ficar até o último fôlego, como pequenas mortes... pequenos buracos de consciência. Com um movimento abrupto se levantam, suportam o que o corpo ainda não absorveu do real.
performance IMMERSION/OVERFLOW/RESISTENCE

[desenhos Marco Paulo Rolla: projeto performance]IMMERSION – OVERFLOW – RESISTENCE
70 buckets are posed in group on the space, the 7 people come from different places, they meet around the buckets. Than they prepare themselves to the action posing in front of a bucket, go on knee and immerse the head into the bucket. Microphones are placed in the air to amplify the sounds criated by the action. Each person has to stay as much as each one supports not to breath, the limit of the body, the limit of the water that overflows. From this limit the body should go up, standing quickly, as a big movement to surviving. Handle the body balance, breath. Them each person, repeat the action in this bucket till it do not contain enough water to dive, breath and go to another bucket, repeating the gestures. The water will overflow till it can not more cover the head, them we transport the water to the other bucket, and the quantity will be decreasing till only one person and one bucket can resists…
The position of the body will bring the memory of many religious postures. All the performance should be executed as a ceremony, with the concentration of a religious moment. And every one should really goes beyond the limit of breathing or not.
Marco Paulo Rolla 2007
10 de mai de 2009
colagem/objeto 2006: I WISH, I WISH, I WISH... (Jakarta, Indonésia)
What do you wish? What did you buy today? What do you need?
Wishes are the fuel of the body and of the spirit; we can’t avoid it at all. By the wish we drive our life and with out it we cant be alive, we do not want to wake up. We need to wish to survive! It is through it that we experience life, developing sexuality, constructing families, having children, buying homes and the comfort around it, beauty, technology, smells, food and love.
Jakarta Ruangrupa 2006


6 de mai de 2009
sobre série OBJETOS DE ACÚMULO
Para reforçar o estranhamento de tais atitudes, transformo imagens coletadas nas revistas e jornais de nosso dia a dia, criando uma atmosfera de dúvida. Cores com combinações não habituais, distorções de imagem e expressões inerentes à técnica pictórica são direcionadas a nos proporcionar um certo incômodo, para nos questionar as normalidades de nossa realidade.
4 de mai de 2009
pinturas 2007: série OBJETOS DE ACÚMULO
Objetos de Acúmulo: Bagagem (acrílica sobre tela, 160 x 250 cm, 2007)
Objetos de Acúmulo: Problemas de Memória (acrílica sobre tela, 160 x 155 cm, 2007)
20 de abr de 2009
EXTENSÕES DO CORPO - performance realizada na India - New Delhi - Khoj - 2004
Duração: 40 minutos
O corpo urbano acorda com o alarme do relógio digital, vai se banhar no chuveiro elétrico, faz café em uma cafeteira elétrica e sai de carro para o trabalho, no banco ao lado, ele leva o seu laptop. No final do dia queima suas últimas horas vendo notícias dramáticas do mundo na televisão, comendo uma comida do delivery fast food esquentada no forno de microondas. Todos os dias essa realidade se repete paramuitas pessoas. O corpo não consegue viver fora desse sistema. O “teatro” é direcionado pelo mercado que diariamente cria um novo desejo. O corpo esqueceu suas necessidades vitais e deixa isso acontecer porque, cego, ele não nota essa mecanicidade.
Tanto na Índia como no Brasil e até mesmo nos países de primeiro mundo essa realidade foi instaurada, resguardando as diferentes formas culturais de sua absorção.
Hoje, em todo o mundo, a tecnologia se tornou um componente vital para o funcionamento da estrutura social vigente, chegando ao extremo de haver pessoas que necessitam desse sistema assim como precisam da comida e do sexo. Computador, internet, telefone celular, laptop, televisor e todo tipo de equipamento eletrônico constroem uma camada virtual na vida. O corpo humano já não pode mais viver despido no espaço. Ele ficou viciado pelos objetos eletrônicos, que começaram a surgir com a revolução industrial do século XIX e se desenvolveram depois da Segunda Guerra Mundial. Agora, no século XXI, estamos diante de um corpo enfraquecido, emocional e psicologicamente dependente de suas extensões eletrônicas.
Quando fui convidado a viver naquele país, durante um mês e meio, com o objetivo de criar um ato performático, me senti muito entusiasmado de estar em contato com aquele universo cheio de música, comida, rituais, pobreza, cheiros, riqueza e cerimônias que ainda têm seu espaço na sociedade. O meu olhar estrangeiro, que por ser ignorante ainda reserva certa inocência, estava aberto para absorver e reagir em tal situação. A Índia é muito peculiar em fatores como a sobrevivência de uma cultura milenar, dentro de suas crenças mais primitivas, rituais e modo de viver, convivendo em um limite muito tênue com o mundo capitalista ocidental. É um dos maiores produtores mundiais de tecnologia.











